Wilson Monteiro
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Categoria: Matemática

Olá pessoal.
Nesta categoria estamos disponibilizando posts abordando determinados conceitos da matemática.
Boa leitura.

Questão Poética “Quantos Faltam?”

Posted on 13 de fevereiro de 20219 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Introdução

Apresentamos, abaixo, a Questão Poética intitulada “Quantos faltam?” que aborda o conceito matemático de porcentagem.

Em seguida, tecemos um breve comentário sobre o poema, e logo depois, apresentamos duas maneiras as quais podemos utilizar para solucionar a Questão Poética.

Boa leitura a todos.

O poema

QUANTOS FALTAM?

 Faltam quarenta por cento
 para que eu possa alcançar
 setenta reais exatos.
 Responda sem vacilar:
 Faltam só quantos reais,
 nada menos, nada mais,
 para o valor completar? 

 Autor: Wilson Monteiro

Algumas ponderações

Na Questão Poética podemos afirmar que o autor tem uma certa quantia em suas mãos e deseja obter um total de R$ 70,00. Porém, para que isto aconteça, precisa de mais 40% da quantia que ele tem no momento.

Nesse contexto, o poema lança o seguinte questionamento:

― Quantos reais faltam para que o autor consiga alcançar o valor total de R$ 70,00?

Para solucionar tal problema, teremos que determinar quanto reais equivale a 40% do valor que o autor tem. Atenção, se efetuarmos o cálculo 40% de R$ 70,00 obteremos uma resposta errada.

Diante deste cenário, indagamos como podemos resolver tal questão.

Equação do primeiro grau

Uma das maneiras é lançarmos mão da equação do primeiro grau. Como não sabemos o valor que o autor tem no momento, iremos atribuir a incógnita y a tal quantia desconhecida, lembrando que 40% equivale a 40 ÷ 100, ou seja, 0,4.

Assim, temos:

(i) 40% de y equivale a 0,4y  –>  Ou seja, faltam 0,4y para que o autor tenha R$ 70,00.

(ii) Somando-se o valor que o autor tem (y) com o que falta (0,4y) teremos R$ 70,00  –> y + 0,4y = 70

(iii) Determinando o valor da incógnita: y + 0,4y = 70  –>  y(1 + 0,4) = 70  –>  1,4y = 70  –>  y = 70 ÷ 1,4  –>  y = 50

(iv) Desta maneira, o autor tem R$ 50,00 e quer ter em mãos o total de R$ 70,00. Para que isto aconteça, faltam R$ 20.

Para saber se a resposta está correta basta responder a seguinte pergunta:

– Quanto é 40% de R$ 50,00?

Para alcançar tal objetivo devemos multiplicar 50 por 40, em seguida dividir por 100. O resultado de 50 x 40 ÷ 100 é 20. Desta maneira, podemos afirmar que o resultado que determinamos está correto.

Assim, faltam R$ 20,00 para que o autor possa ter em mãos o valor total de R$ 70,00.

Outra forma de resolução

A outra forma de resolução da Questão Poética é utilizar as operações básicas da matemática.

Para isto, vamos supor que o valor que o autor tem em mãos equivale a 100%. Se somar a esta porcentagem mais 40% teremos 140%. Assim, podemos concluir que 140% do valor que o autor tem em mãos corresponde a R$ 70,00. Ou seja, um valor desconhecido vezes 1,4 é igual a 70, visto que 140% corresponde a 1,4.

Utilizando a operação inversa podemos dizer que a quantia que o autor tem em mãos será 70 ÷ 1,4 cujo resultado é 50. Assim, faltam R$ 20,00 para que o autor obtenha um total de R$ 70,00.

Considerações finais

Bem, este é o tema que abordamos hoje. Espero que vocês gostem do que comentamos e quaisquer dúvidas, sugestões e demais ponderações é só deixar nos comentários.

Abraços;

Professor Wilson Monteiro.

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Ângulos e suas classificações

Posted on 14 de dezembro de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Contaremos nesses versos
com prazer, dedicação,
a história de uma conversa
com extrema falação,
cada ser falou seu nome,
sua classificação.

O primeiro ente disse
sem voltas, sem lero lero:
― Chamo-me Ângulo Agudo,
sou superior ao zero,
aos noventa nunca chego,
e gosto de ser sincero.

O outro ente falou
de maneira bem severa:
― Meu nome é Ângulo Reto,
rigidez em mim impera,
o meu valor é noventa,
ele nunca se altera.

Depois desse comentário
um ente ficou aflito,
com esforço combateu
seu tenebroso conflito,
levantou-se da cadeira
com o seu jeito erudito.

Em seguida comentou:
― Eu sou maior que noventa,
e nunca devo chegar
ao valor cento e oitenta,
sou o Ângulo Obtuso,
nome que me representa.

O quarto ente falou
com a sua voz aguda:
― Meu nome é Ângulo Raso,
o meu valor, não se iluda,
é sempre cento e oitenta,
medida que nunca muda.

O quinto ente é tímido,
desejava se esconder,
não queria comentar
e sequer se descrever.
Porém, com certo incentivo
ele passou a dizer.

― Meu nome é Ângulo Côncavo,
não queria comentar,
o valor cento e oitenta
eu devo ultrapassar
e trezentos e sessenta
nunca eu devo chegar.

O sexto ente falou
sem solicitar licença:
― Meu nome é Ângulo Nulo,
não gosto de desavença,
meu valor é sempre zero,
número de sutil presença.

O último ente notou
só faltava ele falar,
transitou em sua mente
o que queria mostrar,
quietou-se, acalmou-se,
começou a meditar.

Em seguida relatou
com sua fala sincera:
― Eu sou o Ângulo Inteiro,
meu valor não se altera,
é trezentos e sessenta
número que meu ser venera.

Nesses versos de Cordel
foram neles destacados
os nomes de certos Ângulos
e foram pronunciados
suas características
para serem recordados.

Autor: Wilson Monteiro.

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Quadriláteros e suas classificações

Posted on 5 de dezembro de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Nesses versos mostraremos,
com apreço e devoção,
o conceito quadrilátero,
sua classificação
e alguns de seus atributos,
prestemos bem a atenção.

Quadrilátero é polígono
que tem quatro lados retos,
mais quatro ângulos internos
e quatro pontos seletos
os quais chamamos de vértices,
tais fatos não são secretos.

O presente quadrilátero
vale muito ressaltar,
se todos ângulos internos
com dedicação somar
tal trezentos e sessenta
nós iremos encontrar.

Além disso, quadriláteros
podem ser classificados
como côncavo ou convexo
e podem ser encontrados
com duas diagonais,
pontos muito comentados.

Um quadrilátero convexo,
com os seus lados singelos,
será paralelogramo
quando forem paralelos
todos os lados opostos,
com os seus traçados belos.

Certo paralelogramo,
com seus traços eloquentes,
se todos ângulos internos
forem sempre congruentes,
retângulo será chamado,
fiquemos sempre cientes.

Há algo a considerar
do tal retângulo em questão,
seus lados adjacentes
podem ser iguais ou não,
mas os seus lados opostos
eles sempre iguais serão.

Se o retângulo possuir
todos os seus quatro lados
sempre medidas iguais,
não fiquem admirados,
de quadrado chamaremos,
são relevantes tais dados.

Certo paralelogramo,
com seus traços eloquentes,
se todos seus quatro lados
forem sempre congruentes,
losango será chamado,
fiquemos sempre cientes.

Há algo a considerar
do losango em questão,
seus ângulos adjacentes
podem ser iguais ou não,
mas os seus ângulos opostos
eles sempre iguais serão.

Se todos ângulos internos
que o losango possuir
forem todos congruentes,
não tem o que discutir,
de quadrado chamaremos
para seu nome exprimir.

Um quadrilátero convexo,
com os seus lados singelos,
chamaremos de trapézio
quando forem paralelos
um par de lados opostos,
com os seus traçados belos.

Vendo o trapézio retângulo
há fatos interessantes,
dos quatro ângulos internos
dois são sempre discrepantes,
são os belos ângulos retos
com visuais intrigantes.

No tal trapézio isósceles
vale muito esclarecer,
dos lados não-paralelos
temos algo a discorrer,
estes lados em destaque
congruentes devem ser.

O trapézio escaleno
ampliemos a visão,
dos lados não-paralelos
há interessante questão,
estes lados em destaque
congruentes não serão.

Um quadrilátero qualquer,
com os seus lados singelos,
trapezóide ele será
se não forem paralelos
todos os lados opostos,
com os seus traçados belos.

Quadrilátero trapezóide,
com seus traços eloquentes,
de seus lados destaquemos
dois pares adjacentes,
pipa será nomeado
se eles forem congruentes.

Quadrilátero irregular
nós iremos refletir,
podemos chamá-lo assim
se seus lados conferir
e não forem congruentes,
não tem como confundir.

Contudo, por outro lado,
quadrilátero regular,
podemos assim chamá-lo
se seus lados comparar
e ver todos congruentes,
não tem como contestar.

Encerramos esses versos
desejando aos leitores
sucesso nos seus estudos,
que sejamos escritores
de nossas belas histórias
em que somos vencedores.

Autor: Wilson Monteiro.

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Os triângulos e seus ângulos

Posted on 19 de novembro de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Nestes versos de Cordel
nós iremos comentar
sobre a tal geometria
e o triângulo estudar,
os seus três ângulos internos
iremos focalizar.

Triângulo obtusângulo
devemos ficar ciente,
dos seus três ângulos internos
busquemos o diferente,
seu nome é obtuso,
guardemos em nossa mente.

No tal ângulo obtuso
há algo a mencionar,
o valor noventa graus
ele deve ultrapassar
e o valor cento e oitenta
não deve nunca chegar.

Vendo o triângulo retângulo
temos algo interessante,
dos seus três ângulos internos
um é muito exorbitante,
é o belo ângulo reto
com visual discrepante.

Olhando o tal ângulo reto
vale muito ressaltar,
o seu valor é exato
não pode nunca mudar,
o valor noventa graus
ele sempre deve estar.

No triângulo acutângulo
ampliemos a visão,
notaremos em seus ângulos
interessante questão,
todos entes em destaque
agudos sempre serão.

Para que o ângulo agudo
passemos a nomear,
o montante zero graus
ele deve ultrapassar
e o valor noventa graus
nunca deverá chegar.

Encerramos o Cordel
chamando sua atenção,
dedicação nos estudos
aguça a compreensão,
aprimora sua mente
também a reflexão.

Autor: Wilson Monteiro.

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Os triângulos e seus lados

Posted on 2 de novembro de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Oi turminha, tudo bem?
A matemática veremos
nesses versos de Cordel
e o papel que nós teremos
é com zelo refletir
sobre o que destacaremos.

O triângulo equilátero
seus lados devemos ver,
devem ter mesma medida
não devemos esquecer
para sua identidade
possamos reconhecer.

Tal do triângulo isósceles
deve ver com atenção,
dois lados são congruentes
e o terceiro lado não,
esta é a sua marca,
sua identificação.

O triângulo escaleno
dele iremos comentar,
seus lados são diferentes
não temos como igualar,
é algo muito importante
para ele identificar.

Terminamos estes versos
alertando aos leitores
a importância dos estudos
pois a vida não são flores,
os estudos nos ajudam
a nos tornar vencedores.

Autor: Wilson Monteiro.

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Cidade Teorema de Pitágoras

Posted on 29 de setembro de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Uma história contarei
que é animada e bela,
o seu enredo transcorreu
numa cidade singela,
Teorema de Pitágoras
era o apelido dela.

Ali três entes moravam:
dois charas inteligentes,
seus nomes eram Catetos
e um dos outros residentes
chamava-se Hipotenusa
sendo o maior dos parentes.

No local onde moravam
era bastante falado,
tal de Triângulo Retângulo
o bairro era chamado,
local vistoso, tranquilo,
pacífico e sossegado.

Fatos bem interessantes
ali sempre aconteciam,
os dois coirmãos Catetos
da janela sempre viam
dois finos ângulos agudos
e deles as vezes riam.

― Veja! Que ângulo estranho,
ele é muito pequeno
o seu valor sempre baixo
você sabe, sou sereno,
os noventa nunca chega
não será um ente pleno.

Porém a Hipotenusa
da janela enxergava
um modesto ângulo reto,
seu olhar nunca fitava
um fino ângulo agudo,
tal questão admirava.

― Este ângulo é decidido
de comportamento reto,
nunca seu valor alarda
isso é muito correto,
não ficar se amostrando
é humilde e discreto.

Os dois coirmãos Catetos
este estranho contexto
eles nunca discutiram,
este fato foi o pretexto
para os dois se encontrarem
como no ano bissexto.

Bem na esquina do vértice
os dois coirmãos chegaram
e ali mesmo no cantinho
conversas fora jogaram,
nos assuntos corriqueiros
e controversos tocaram.

― Vamos mudar de assunto!
Você viu meu coirmão,
os valores comparemos
os nossos pequenos são
e desta Hipotenusa
sempre maior, não é não?

Depois de certo tempo
a lógica utilizaram,
seus valores ao quadrado
os coirmãos elevaram
e com bastante conversa
os resultados somaram.

Os Catetos perceberam
que o valor determinado
era totalmente igual
ao montante ao quadrado
que a Hipotenusa tinha
num discurso demostrado.

― Meu coirmão, você viu?
Com bastante reflexão
com lógica e com estudo
aprendemos a lição:
todos os nossos valores
há estreita relação.

Autor: Wilson Monteiro.

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Bia, a curiosa

Posted on 27 de junho de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Bia, no sofá estava a descansar,
assistindo ao filme com atenção,
de repente, a campainha começa a tocar,
a menina se levantou e foi até o portão.

No percurso Bia o carteiro avistou
com algumas pequenas caixas nas mãos.
A menina as encomendas pegou
colocando-as em cima do colchão.

Curiosa, Bia abriu as caixas com atenção
quando no quarto sua irmã adentrou,
surpresa, a irmã da menina observou:
em cima do colchão há quatro caixas,
dentro das caixas há quatro pacotes,
em cada pacote há quatro faixas.

A irmã de Bia, com paciência,
percebeu que em forma de potência
a quantidade de faixas dava para escrever.
Agora é com você,
tente esse problema resolver.

Autor: Wilson Monteiro.

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Fração: representação figural e fracionária

Posted on 23 de maio de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Introdução

A primeira pergunta que fazemos quando abordarmos o conceito de fração é:

– O que é fração?

Fração é uma forma de dividir um inteiro em partes iguais. Podemos exprimi-la através de representação figural ou por meio de representação fracionária.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) recomenda que esse assunto seja abordado no ensino básico e destaca um dos objetivos os quais o processo de ensino e de aprendizagem da matemática deve alcançar:

(EF06MA09) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo da fração de uma quantidade e cujo resultado seja um número natural, com e sem uso de calculadora.

Para alcançar esse objetivo faz-se necessário que o(a) aluno(a) conheça e compreenda o conceito de fração e como representá-lo. Desejamos contribuir para que esse objetivo seja alcançado, para isso, apresentamos e discutimos sobre o conceito de Fração e suas representações.
Destacamos, também, os cuidados que o(a) aluno(a) deve ter ao transformar a representação figural para fracionária.

Representação fracionária

A representação fracionária é expressa por um número sobre o outro separados por um traço. Intitulamos o número de cima de numerador e o de baixo de denominador. O numerador equivale a quantidade de partes a qual estamos considerando e o denominador refere-se ao total de partes iguais que o inteiro foi dividido. O traço é a linha da divisão da representação fracionária, em alguns casos, é utilizado o sinal / para representá-lo.

Veja o exemplo (figura 1) em que dividimos um inteiro em três partes iguais e consideramos duas partes. Essa fração é intitulada de dois terços.

Representação da fração dois terços
Representação da fração dois terços

Representação figural dividida em partes iguais

A representação figural é expressa por uma figura dividida em partes iguais. Algumas dessas partes são pintadas ou hachuradas para destacar o numerador. O total de partes em que a figura foi dividida representa o denominador.

Veja o exemplo (figura 2) da representação figural da fração dois terços. Dividimos o círculo em três partes iguais, representando o denominador, e pintamos duas partes, referindo-se ao denominador.

Representação da fração dois terços
Representação da fração dois terços

Representação figural dividida em partes não iguais

Vale ressaltar que em algumas atividades matemáticas a figura não está dividida em partes iguais. Neste caso, devemos efetuar outras divisões para que todas as partes representem a mesma área.

Veja o exemplo do retângulo abaixo (figura 3). A figura foi dividida em quatro partes e pintada uma. Porém, não podemos dizer que ela representa a fração \frac{1}{4} (um quarto) porque suas partes não possuem a mesma área.

Representação da fração um oitavo
Representação da fração um oitavo

O que devemos fazer? Devemos dividir a figura de modo a obtermos partes que tenham a mesma área.

A primeira divisão que efetuamos foi traçar um segmento de reta paralela em relação aos lados menores do retângulo, iniciando e terminando no ponto médio dos lados maiores (figura 4). Dessa maneira, obtemos quatro retângulos menores de mesmo tamanho.

Representação da fração um oitavo
Representação da fração um oitavo

Observando com mais cuidado a figura 4, podemos perceber que dois dos quatro retângulos menores estão divididos por um segmento de reta denominado diagonal. A diagonal divide o retângulo em dois triângulos retângulos de mesma área.

Efetuamos essa mesma divisão nos outros dois retângulos menores. Veja a figura 5 como ficou o retângulo maior com essas divisões.

Representação da fração um oitavo
Representação da fração um oitavo

Observando a figura 5, podemos notar que o retângulo foi dividido em oito triângulos retângulos cujas áreas possuem as mesmas medidas. Dessa maneira, pode-se afirmar que a figura 5, consequentemente a figura 3, representam a fração \frac{1}{8} .

Frações equivalentes

Outro ponto que merece destaque são as frações equivalentes. Afinal, o que são frações equivalentes?

Frações equivalentes são frações que representam um mesmo valor numérico. Por exemplo, as frações \frac{1}{4} (um quarto) e \frac{2}{8} (dois oitavos) são equivalentes.

Ao efetuarmos a operação 1 ÷ 4 obtemos 0,25. Assim a fração \frac{1}{4} representa o valor numérico 0,25.

O resultado da operação 2 ÷ 8 é 0,25. Dessa maneira a fração \frac{2}{8} representa o valor numérico 0,25.

Resumindo, pode-se afirmar que \frac{1}{4} e \frac{2}{8} são frações equivalentes pois representam um mesmo valor numérico: 0,25.

Por que tocamos nesse assunto?

Responderemos a esse questionamento fazendo uma outra pergunta. Podemos afirmar que a figura 6 representa a fração \frac{1}{4} ?

Representação da fração dois oitavos
Representação da fração dois oitavos

Observando com mais cuidado a figura 6, nota-se que o retângulo foi dividido em oito partes iguais e estamos considerando duas. Assim, pode-se afirmar que tal figura representa a fração \frac{2}{8} .

Acrescenta-se a esse contexto a afirmação de que as frações \frac{2}{8} e \frac{1}{4} são equivalentes. Assim, podemos dizer que a figura em questão também representa a fração \frac{1}{4} .

Considerações finais

Finalizamos esse texto destacando a importância de analisarmos com cuidado a representação figural de uma fração. Antes de afirmar que uma determinada figura representa tal fração, faz-se necessário verificar se as partes em que a figura foi dividida têm a mesma área. Além disso, em algumas situações, devemos lançar mão dos conceitos de frações equivalentes.

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Resolução de problemas matemáticos

Posted on 16 de abril de 20209 de outubro de 2022 by Wilson Monteiro

Introdução

Um elemento muito importante no processo de ensino e de aprendizagem da matemática é a resolução de problemas. A resolução de problemas exige de nós várias habilidades, tais como, leitura e interpretação de texto, identificação dos conceitos matemáticos envolvidos, reflexão sobre os procedimentos matemáticos adequados que devemos utilizar, percepção se o resultado determinado é adequado.

Etapas da resolução de problemas

Vale ressaltar que há algumas etapas que nos auxiliam nesse processo de resolução, a saber, (i) compreender o problema, (ii) elaborar uma estratégia de resolução, (iii) executar a estratégia elaborada, (v) verificar a pertinência da solução, (v) escrever a resposta.

A primeira etapa consiste na leitura e a interpretação do enunciado. Nesse processo devemos identificar as informações indispensáveis à resolução do problema, tais como, a pergunta que devemos responder, os dados necessários a serem utilizados no processo de resolução, os conceitos e procedimentos matemáticos envolvidos.

A partir das informações que identificamos na primeira etapa, partimos para o segundo passo: elaboração de uma estratégia de resolução. Nesse momento devemos refletir sobre todas as informações relevantes que coletamos, organizando-os e descrevendo-os. Nesse processo de reflexão, podemos considerar outros problemas semelhantes que solucionamos, identificando os pontos semelhantes os quais podemos utilizar.

As próximas etapas consistem em executarmos cuidadosamente a estratégia que elaboramos, verificar a pertinência da resposta e escrevê-la. Vale ressaltar que devemos sempre verificar se a resposta determinada faz sentido, ou seja, se ela é pertinente ao contexto imposto pela situação problema. Se verificarmos que a solução encontrada é inadequada, devemos identificar o que fizemos de errado e refazer todas as etapas de resolução. Se a solução que determinamos estiver adequada, a última etapa é descrevermos a resposta.

Considerações finais

Finalizamos esse pequeno texto destacando a importância que a resolução de problemas tem no processo de ensino e de aprendizagem pois auxilia na contextualização dos conceitos e dos procedimentos matemáticos, tornando a aprendizagem mais significativa.

Abraços;

Professor Wilson Monteiro.

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